Como faz um tempão que não conto o que tenho feito, vamos a uma rápida retrospectiva:
Como muita gente sabe, em julho fui pra Brasília curtir a família, os amigos, os gatos, os cachorros, comidinha engordativa, etc.

Pão com lingüiça e vinho no Baco

No restaurante egípcio Faraó
Comida árabe de primeira, com direito a apresentação de dança do ventre e alegorias na cabeça
Saí da Finlândia na hora certa. Apesar de aqui ser ver verão, o tempo estava uma bos**, chovendo e fazendo frio. Adorei chegar em Brasília em pleno inverno, com noites fresquinha e um baita solão durante o dia.
Dessa vez fui certa de que não iria a BH. Foi mal, pessoal, mas depois de viajar desde Tampere até Brasília, eu quero mais é ficar quieta, curtindo meu cantinho. Nada me faria encarar uma aeroporto ou uma rodoviária.
Mas estrada eu encarei. Aproveitamos o ótimo tempo e fomos pra Chapada dos Veadeiros, pra andar feito condenados debaixo do sol (adoro!) e tomar banho de cachoeira (adoro também!)

Cesar, Daniel, Jarkko, eu, Cris, Richard
Léo (nosso guia muito gente boa), Roberta, Goretti, Akimi e Márcio

Andar no cerrado: adoro!

Com direito a escalada: adoro!

E muito banho de cachoeira: adoro!
Mal voltei à Finlândia e já teve mais festa com amigos. A Lidi (aniversariante) alugou um bonde em Helsinki e ficamos dando voltas na cidade por duas horas.

Galera do Bonde do Lidão
Muita música boa, um calor danado, e a gente dançando dentro do bonde, enquanto o pessoal na rua olhava espantando. No mínimo deviam estar pensando: "Eu quero ir naquele bonde!"

Priscilla, Teea, eu, Maria e Paulo de papagaio de pirata
Foto cortesia da Teea

Lidi, Cássio e eu
Foto cortesia da Teea
Ok, férias é muito bom, mas acaba. Já voltei pro trabalho, o que também foi bom. Tem uma galerinha muito legal lá. Taí o pessoal mais chegado, no almoço de primavera da empresa:

Seyhan (Turquia), Enikö (Romênia/Hungria), Florina (Romênia), eu e Jakub (Polônia)

Ricardo (Portugal), Seyhan e Iona (Holanda)
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E a casa! Já temos um orçamento e estamos em fase de negociação de preços com prestadores diversos. Enquanto isso, estamos limpando o terreno no melhor estilo "do-it-yourself", já que mão-de-obra aqui é cara pacarai.
O terreno estava uma floresta só. Agora já tiramos quase todas as árvores, mas algumas vão ter que ser cortadas por profissionais; são muito grandes e perto da rede elétrica.

Lote ainda com muitas árvores

Lote visto do fundo, agora com as pouca árvores, que ainda vão sair
Depois é só ajeitar o terreno pra ele ficar pronto pra receber a fundação e a casa. Só que a construção mesmo só deve começar na primavera do ano que vem, já que no inverno fica mais difícil fazer qualquer coisa.
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Eu tinha programado uma ida à floresta pra catar cogumelos, mas o dia amanheceu chuvoso. Vamos ver se rola. Se continuar chovendo o dia inteiro, acho que prefiro ficar quietinha em casa.
Beijos,
Lu